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Bret Victor, ex-designer de interfaces na Apple, afirma em seu artigo A brief rant on the future of interaction design que as “mãos” devem ser a primeira ferramenta de interação a ser estudada pelo design. “Vivemos em um mundo tridimensional. Nossas mãos são projetadas para mover e girar objetos em três dimensões, para pegar objetos e colocá-los sobre, sob, ao lado, e dentro de cada outro. Nenhuma criatura na terra tem uma destreza que se compare a nossa”, diz Victor. Fonte: VICTOR, Bret. A brief rant on the future of interaction design. 2011. Você sabia que: O primeiro livro impresso em meio mecânico foi a Bíblia de Gutemberg, em Mainz, Alemanha, em c.1455; o menor livro já produzido custou US$ 15.000 e é composto de 30 microtabletes esculpidos em uma página de silicone cristalino puro e mede 70 x 100 micrômetros, chamado de Teeny Ted from Turnip town; e a revista infantil Muzika é publicada há 86 anos, com 1014 edições até 28/11/2010. Leia estas e outras curiosidades no Guinness World Records 2012
Galeno Amorim, presidente da FBN, disse “Ao mesmo tempo em que encerramos as celebrações do bicentenário, data tão importante para a história extraordinária da Biblioteca Nacional, já começamos a discutir e a pensar no futuro da instituição, de olho nos próximos 200 anos””. Sede Av. Rio Branco, 219. Rio de Janeiro. CEP 20040-008.
According to recent studies in neuroscience, the way we learn doesn’t always match up with the way we are taught. If we hope to stay competitive-academically, economically, and technologically—we need to rethink our understanding of intelligence, reevaluate our educational system, and reinvigorate our commitment to learning. In other words, we need “disruptive innovation.” Now, in his long-awaited new book, Clayton M. Christensen and coauthors Michael B. Horn and Curtis W. Johnson take one of the most important issues of our time-education-and apply Christensen’s now-famous theories of “disruptive” change using a wide range of real-life examples. Whether you’re a school administrator, government official, business leader, parent, teacher, or entrepreneur, you’ll discover surprising new ideas, outside-the-box strategies, and straight-A success stories.
In the last two and a half decades, reform in China has resulted in phenomenal economic growth for the world’s most populous country. In this second edition of the successful book, Gregory Chow uses insights gained from over twenty years of teaching and traveling, as well as his work with government officials and academics, to address the transformation, development, and functioning of China’s economy.
In 2001, Greece saw its application for membership into the Eurozone accepted, and the country sat down to the greatest free lunch in economic history. However, the coming years of global economic prosperity would lead to unrestrained spending, cheap borrowing, and a failure to implement financial reform, leaving the country massively exposed to a financial crisis—which duly struck.
Organizações criminosas internacionais, aventuras mirabolantes, disfarces perfeitos, conquistas amorosas, agentes secretos em ações temerárias: este livro traz todos os elementos de suspense de um romance de espionagem. Mas não contém uma só gota de ficção. É tudo verdade, nos mínimos e, eventualmente, aterradores detalhes.
Em 1996, o voo 402 decolou do aeroporto de Congonhas e em exatos 24 segundos caiu sobre o bairro residencial do Jabaquara, em São Paulo. Noventa e nove pessoas morreram. Algo impensável aconteceu no ano de 2006: um avião comercial e um jato executivo colidiram em pleno ar. Os sete ocupantes do Legacy conseguiram pousar, sãos e salvos. Mas o Boeing 737 enterrou no coração da selva amazônica mais de 150 vidas. Menos de dez meses depois, o voo 3054 protagonizou a maior tragédia da aviação comercial brasileira. Na aterrissagem, o Airbus varou a pista do aeroporto, saltou a avenida Washington Luís e se chocou contra um prédio. Uma catástrofe sem precedentes que deixou 199 mortos.
Isabel já pretendia se casar com Gilberto quando foi surpreendida: Carlos, seu ex-noivo, que foi lutar na Itália e dado como morto, voltou depois de cinco anos, cheio de amor e cobrando o compromisso. Mas Isabel não o quis. Carlos sofreu e se revoltou, contudo não desistiu. No decorrer desta história, você vai descobrir que, dependendo das atitudes de cada um, tudo pode mudar, mas sempre, em todos os casos, a vida sabe que o que faz.
Permeados pelo humor ácido já tão conhecido de Rubem Fonseca, os contos de Axilas e outras histórias indecorosas revelam uma obsessão com a decadência em suas mais variadas formas, sempre percebidas por personagens impiedosos consigo mesmos e principalmente com os demais.
Entre o fim do século XV e o começo do século XVI, a monarquia portuguesa passou a contar cada vez mais com a burocracia estatal para centralizar o poder, processo esse quase contemporâneo – e de alguma, forma propulsor – da expansão ultramarina. Esse esforço pela construção de uma burocracia régia acabou por legar às colônias a herança de uma estrutura administrativa bem desenvolvida e de uma concepção curiosamente legalista do governo e da vida.
O Silêncio é a história ficcional, baseada em fatos, de um missionário idealista, o jesuíta português Sebastião Rodrigues. No fim da década de 1630, ele embarca para o Japão para ajudar os cristãos locais, brutalmente oprimidos, e descobrir a verdade sobre seu antigo mentor, um teólogo que, segundo os rumores, teria recusado o “martírio glorioso” e escolhido a apostasia. Rodrigues, depois de confrontado com a realidade da perseguição religiosa, tem, ele mesmo, de fazer uma escolha terrível: abandonar seu rebanho ou seu Deus.
O guia traz resume os principais fatos do Brasil e do mundo divididos em 92 temas, simulado com 36 questões e dicas para melhorar a redação e a leitura de gráficos e tabelas. Nesta edição o tema principal é a Guerra o Terror, 10 anos após o ataque contra as torres gêmeas e a recente morte de Bin Laden.
O moçambicano Mia Couto, um dos mais importantes escritores da África, reflete sobre as mazelas e maravilhas do continente nos artigos e ensaios deste livro de “interinvenções”. Da corrupção endêmica de boa parte dos governos africanos à destruição do meio ambiente, da força da tradição oral às complexas relações entre as culturas locais e a modernidade urbana, do entrelaçamento do português com as línguas nativas à herança de séculos de escravismo, tudo passa pelo crivo do autor, que também fala de escritores que lhe são caros, como Jorge Amado e Guimarães Rosa. Nestes textos militantes, em que se atacam os principais entraves ao desenvolvimento dos povos africanos, Mia Couto se serve de sua dupla experiência de biólogo e escritor, combinando rigor intelectual e imaginação poética para ler melhor um mundo em permanente mutação.
A colher que desaparece é um passeio pelas mais surpreendentes histórias envolvendo o uso, a descobertas e a criação dos elementos químicos. Sam Kean tem a habilidade de explicar com clareza conceitos científicos e narrar de maneira saborosa casos engraçados e aterradores sobre os átomos que nos cercam.
Tudo neste livro é contras a regras batidas com as quais se conta a história da América Latina. Não nos sentimos representados por guerrilheiros ou por indignados líderes andinos e suas roupas coloridas. Não há aqui destaque para veias abertas do continente, mas feridas devidamente tratadas e curadas com a ajuda de grandes potências. Conhecemos bem as tragédias que nossos antepassados índios e negros sofreram – mas, honestamente, estamos cansados de falar sobre eles. E acreditamos que todos os povos passaram por desgraças semelhantes, inclusive aqueles que muitos de nós acusar.
Nos últimos dias de verão, com relâmpagos azuis riscando o céu enegrecido, o feiticeiro parou no alto de um rochedo e encarou o mar revolto… Extravasando seu sofrimento à tempestade, Hoyt Mac Cionaoith esbraveja contra a força do mal que o separou do irmão gêmeo. Essa força chama Lilith, uma vampira demoníaca. Nascida há milhares de anos, ela atrai um número incontável de homens, devastando-lhes a alma com seu beijo maligno. Poderá Lilith ser detida antes que finalmente consiga dominar o mundo? Hoyt não é páreo para a ninfa do mal. Mas seus poderes vêm da deusa Morrigan, e através dela terá sua grande chance de vingança. Sob o comando de Morrigan ele deverá reunir cinco outros para formar um círculo de força poderoso o bastante para derrotar Lilith. Um círculo de seis: ele próprio, a bruxa, a guerreira, a erudita, aquele de múltiplas formas e aquele que ele perdeu. E será com esse círculo, centenas de anos no futuro, que perceberá como seu espírito assim como seu coração se tornaram…
Numa época de extraordinária beleza e terríveis segredos, um homem busca seu destino… No majestoso coração de Florença, um lindo menino de cabelos dourados é abandonado e submetido a crueldades indescritíveis. Luca Bastardo, porém, não é um menino comum. Ao longo de dois séculos de paixões e intrigas, descobrirá um dom surpreendente. Abraçará os antigos mistérios da alquimia e da cura e se tornará o fiel confidente dos poderoso Médici, mesmo ao ter de enfrentar a perseguição de uma seita de sadistas determinada a arrancar seus segredos à força.
As coisas não estão bem para Emerson Watts. Ele tinha certeza absoluta de que não havia nada pior do que ser uma nerd presa no corpo de uma supermodelo adolescente. Mas acontece que ela estava errada. De repente, Emerson descobre que Nikki tem uma mãe que está misteriosamente desaparecida, um irmão que surgiu na sua porta cobrando respostas, um ex-melhor amigo que pretende destruir a Stark Enterprises, e um admirador britânico não tão secreto que está no topo das paradas de sucesso com uma música escrita para ela. Como ele pode equilibrar todos esses problemas e ainda lidar com a escola e os desfiles e sessões de foto? Especialmente com antigos namorados de Nikki aparecendo o tempo todo, querendo mais do que só uma lembrancinha, uma irmã que vai fazer qualquer coisa para entrar no campeonato de líderes de torcida, e com a empresa que paga seu salário aparentemente indo para o lado negro da força… Sem contar que ela ainda precisa convencer o amor de sua vida de que modelos não são umas cabeças de vento… especialmente ela.
A riqueza do mundo é um livro de coletânea de ensaios breves como crônicas ou artigos, formando no conjunto um ensaios não acadêmico na linha de Múltiplas escolha – gênero em que Lya Luft gosta de se dirigir ao leitor, de maneira mais direta e coloquial do que em seus romances ou contos. Como sempre, ela aborda o drama existencial humano, nossas comuns perplexidades, educação, família, autoridade, moralidade versus moralismo, e alguns dos problemas mais pungentes da nossa sociedade, como guerras, miséria, política e outros. Fala também de como vemos e usamos a riqueza do mundo, seja natural, intelectual ou artística, afetiva, econômica.
A vida da estudante de medicina Jennifer Hernandez vira pelo avesso quando ela descobre, por um noticiário de TV, que sua avó morreu em um hospital de Nova Delhi, na Índia. Maria Hernandez, assim como dezenas de norte-americanos que não têm condições de arcar com uma cirurgia, tinha recorrido à medicina do Terceiro Mundo, onde o custo é bem menor. Mas o que deveria ser um procedimento pouco complicado no quadril acabou se transformando em tragédia. Jennifer, que não sabia da viagem da avó, parte para a Índia em busca de resposta. A jovem, então, começa a exigir mais informações, o que a coloca em grande perigo. Suspeitando de que há algo misterioso, Jennifer pede ajuda a sua mentora, a médica-legista Laurie Mont Gomery. Laurie e o marido, o também legista Jack Stapleton, embarcam para Nova Delhi, onde descobrem uma perigosa conspiração que pretende desmoralizar o “turismo médico” na Índia, independentemente de quantas vidas isso possa custar.
José, personagem que dá titulo ao mais recente livro de Rubem Fonseca, aprendeu a ler sozinho aos quatro anos e logo se tornou um verdadeiro devorador de livros. Primeiro foram os folhetins de capa e espada e os pockets de sebo – histórias policiais, em sua grande maioria – que a tia lhe mandava pelo correio. Depois, com a mudança para o Rio de Janeiro, seu repertório aumentou consideravelmente, pois se tornou assíduo freqüentador da Biblioteca Nacional. José precisou começar a trabalhar cedo porque sua família ficou pobre de um dia para o outro. O pequeno entregador da fábrica de artefatos de couro descobriu a cidade grande; o auxiliar de escrita que cursava o ginasial noturno descobriu as mulheres; o estudantes de direito e futuro advogado criminalista redescobriu as tramas e os personagens do universo policial. Tudo isso na companhia da velha Underwood, esses e outros tantos elementos vão tecendo os fios das deliciosas memórias de José. Mas é bom que se saiba,como diz Joseph Brodsky, que “a lembrança das coisas passadas não é necessariamente a lembrança das coisas como elas foram”.
Tessa Russo é mãe de dois filhos e esposa de um renomado cirurgião pediátrico. Apesar de todos os seus receios, ela recentemente abandonou sua carreira para se concentrar em sua família, na busca pela felicidade doméstica. Valerie Anderson é uma advogada e mãe solteira de um garotinho de seis anos, Charlie, que nunca conheceu seu pai. Depois de muitas decepções, desistiu do amor e até mesmo das amizades, acreditando que é sempre mais seguro não criar muitas expectativas.
Dez anos atrás, Myron Bolitar e Terese Collins fugiram juntos para uma ilha. Durante três semanas, eles se entregaram um ao outro sem pensar no amanhã. Depois disso, os dois se reencontraram apenas uma vez, quando Terese ajudou Myron a salvar seu filho e então foi embora, sem deixar vestígios. Terese pede a ajuda de Myron para localizar o ex-marido, Rick Collins. Eles logo descobrem que Rick foi assassinado e que Terese é a principal suspeita. Porém algo ainda mais atordoante é revelado – perto do corpo havia longos fios de cabelo louros e uma mancha de sangue que o exame de DNA revelou pertencer à filha do casal. Só que sua única filha morrera em um acidente de carro muitos anos antes. Logo Myron se vê perseguido nas ruas de Paris e de Londres. As agências de segurança de quatro países parecem querer as mesmas informações de que ele precisa para desvendar a morte de Rick e o destino da filha que Terese pensava ter perdido para sempre.
Neste romance envolvente e emocionante, Deepak Chopra reconta a vida de Maomé, o fundador do islamismo. Enraizado em detalhes históricos, ele dá vida ao Profeta pela visão dos que o cercaram. Um cristão eremita místico o prediz um destino especial; uma enfermeira beduína o cria no deserto; um rebelde religioso em Meca secretamente o conduz pelo caminho da espiritualidade. A cada capítulo, um diferente narrador traz nova luz a Maomé e à criação do islã. O anjo Gabriel pede que Maomé profetize, o primeiro convertido arrisca sua vida para proteger sua nova fé, e o inimigo do profeta sofre uma grande derrota.
A amostra sobre o Império Romano é composta por 370 obras entre esculturas, mosaicos, cerâmicas, pinturas, adornos, vestimentas e objetos do dia-a-dia; provenientes de quatro grandes museus Italianos, como o Museu Nacional Romano e a Galeria Uffizi, em Florença. A exposição está dividida em quatro módulos: • Nasce o Império: Júlio César e Augusto. Casa Fiat de Cultura
Este livro, um guia inspirador para implantar e manter hortas orgânicas em diferentes espaços coletivos, explora o contato com a terra e o plantio pode ser transformador para crianças de todas as idades, em casa, na escola ou na comunidade. Este livro, um guia inspirador para implantar e manter hortas orgânicas em diferentes espaços coletivos, explora de forma criativa as infinitas possibilidades pedagógicas de cada fase de desenvolvimento das plantas. Poucas experiências podem ser tão enriquecedoras quanto aprender e ensinar com o que o planeta nos dá e pede silenciosamente.
La mondialisation de l’économie française ne date pas des dernières décennies du XXe siècle mais prend sa source dans le premier conflit mondial. Telle est la thèse soutenue dans ce dossier par Olivier Feiertag, professeur d’histoire économique à l’université de Rouen. Après la première guerre mondiale, “l’économie agraire” disparaît peu à peu, l’industrie s’organise, les grands groupes se forment. Ce mouvement d’ouverture ne va pas sans période de repli comme lors de la crise de 1929. Mais il s’agit bien de la tendance lourde d’un siècle qui a enchaîné les crises et les reprises jusqu’aux années 1970. Des changements d’échelle ont progressivement modifié la physionomie de notre économie, peu à peu tertiarisée et financiarisée. Nous partageons aujourd’hui une monnaie unique avec seize États membres de l’Union européenne ; et l’économie française est toujours plus dépendante des difficultés de ses partenaires, comme en témoigne le jeu de dominos enclenché par la crise du crédit qui a frappé les États-Unis à partir de 2007 et qui s’est peu à peu propagée au reste du monde. Une histoire immédiate qui n’a pas fini d’avoir des répercussions sur un XXIe siècle en devenir.
Métropoles et mondialisation. Deux termes, deux notions fondamentales de la géographie contemporaine, deux sujets qui pourraient faire l’objet d’un dossier à part entière de la Documentation photographique. Mais la vocation de ce numéro à trois voix est toute différente. Anne Bretagnolle, Renaud Le Goix et Céline Vacchiani-Marcuzzo nous offrent une analyse qui mêle et imbrique ces deux objets bien distincts. Il en ressort trois idées-forces. Les métropoles sont désormais des actrices majeures d’un monde globalisé. Fortes de ce nouveau rôle, les grandes villes cherchent à s’affirmer davantage sur la scène mondiale et se livrent, entre elles, une compétition acharnée. Les métropoles subissent néanmoins les impacts de la mondialisation : augmentation des prix de l’immobilier, uniformisation de la façon “d’habiter” la ville ou croissance des inégalités urbaines. Ce dossier livre une réflexion originale et féconde pour comprendre la globalisation contemporaine et ses ancrages territoriaux urbains.
Quantas histórias guarda uma imagem? Dirigido aos jovens de idade e de espírito, este livro é uma aula primorosa sobre a fotografia e sobre o que ela pode nos contar, dada por um time de autores tão variado quanto tarimbado. Escritores e jornalistas foram convidados a eleger uma imagem e, a partir dela, criar um conto ou ensaio que falasse de fotografia, mas também de cultura e histórias brasileiras. O resultado — esta coleção de textos saborosos e instrutivos sobre cenas consagradas e comuns, feitas por fotógrafos famosos e desconhecidos — mostra que uma imagem pode render bem mais que mil palavras, e que, por trás de cada foto, ainda há muito que descobrir sobre o Brasil e o mundo, seus personagens e lugares. É só ter olho vivo.
Seleção de artigos de Ciências Sociais Aplicadas e Ciências Agrárias
Muito se tem dito sobre a riqueza da arte popular brasileira ou da arte do povo brasileiro. Em todos os Estados, em todos os seus cantos, pessoas maravilhosas fazem com suas mãos trabalhos de verdadeiro encantamento. Para alguns, este artesanato ou arte primitiva parecem frágeis demais para fazer parte do panteão das chamadas artes plásticas ou erudita. No entanto, ao nos depararmos com as peças mostradas aqui neste livro, caem por terra quaisquer tentativas de separar, discriminar ou classificar esses trabalhos como uma “arte menor”. Os limites são muito tênues e talvez seja a erudição o que mais pese nessas diferenças. No entanto, o resultado obtido neste vasto panorama da arte do povo brasileiro é surpreendente.
For 60 years now, WorldSkills International has been building upon the visionary work of a small but passionate team from Spain and Portugal who believed that creating in young people an excitement and passion for skills was the pathway to both economic stability and individual happiness and success. Exposição Além da Biblioteca : de 30/07/2011 até 23/10/2011 A exposição reúne obras que apresentam o livro como objeto artístico. Ao mesmo tempo que suporte e forma, o livro está presente nessas obras também com suas diferentes funções dentro do nosso cotidiano, afinal, este é o objeto usado pelas idéias como meio e veículo. Além da Biblioteca apresenta, o atlas geográfico, o álbum de figurinhas, o dicionário, a enciclopédia, o romance, o caderno de desenho, o caderno de partitura, o livro de poesia, o flip-chart, e por aí vai. Museu Lasar Segall
Aqui estão histórias humanas e de pioneirismo que mostram o perfil empreendedor dos seus fundadores. Figuras patriarcais e determinadas, que souberam criar obras que foram além de suas existências. Em muitas delas é possível sentir um misto de determinação e (um bocado) de sorte. O que nada mais é do que aquela típica característica dos empreendedores: pessoas que se diferenciam dos demais porque foram capazes de vislumbrar oportunidades onde a grande maioria apenas enxergava problemas. Entre nessa história e veja por que essas empresas são vencedoras com o mesmo entusiasmo que senti ao escrevê-la” Chis Martinez
O uso prejudicial de animais vem sendo motivo de controvérsias e situações de conflitos no ensino superior e vem sendo cada vez mais explorado pela área científica, educacional, filosófica e jurídica Trata-se de uma antiga metodologia aplicada ao ensino científico nas áreas das ciências biológicas e da saúde que, além de causar sofrimento e morte de milhares de animais anualmente no Brasil, provoca uma séria reflexão sobre questões referentes ao ensino e à ética. Este trabalho, de natureza interdisciplinar, é uma contribuição ao debate. Artigos de vários profissionais de distintas áreas expõe o tema de forma crítica e acessível, convidando a leitora e o leitor a uma reflexão aprofundada sobre as implicações destas práticas. Nele, as argumentações de cunho histórico, ético, educacional, filosófico e jurídico oferecem uma visão interdisciplinar e consistente para legisladores, juristas, educadores, estudantes, ambientalistas e demais ativistas de libertação animal.
um garoto de treze anos se machuca numa festa de aniversário. Quando adulto, um de seus colegas narra o episódio. A partir das motivações do que se revela mais que um acidente, cujas consequências se projetam em diversos fatos de sua vida nas décadas seguintes – a adolescência conturbada, uma mudança de cidade, um casamento em crise-, ele constrói uma reflexão corajosa sobre identidade, afeto e perda. Dela também fazem partes trajetórias de seu pai, com quem o protagonista tem uma relação difícil, e de seu avô, sobrevivente de Auschwitz que passou anos escrevendo um diário secreto e bizarro. Três gerações, cuja história parece ser uma só; são lembranças que se juntam de maneira fragmentada, como numa lista em que os fatos carregam em si tanto inocência quanto brutalidade.
More than 600,000 soldiers lost their lives in the American Civil War. An equivalent proportion of today’s population would be six million. In This Republic of Suffering, Drew Gilpin Faust reveals the ways that death on such a scale changed not only individual lives but the life of the nation, describing how the survivors managed on a practical level and how a deeply religious culture struggled to reconcile the unprecedented carnage with its belief in a benevolent God.
A Fundação Conrado Wessel é uma instituição sem fins lucrativos criada em 1994. O fotógrafo alemão Ubaldo Conrado Augusto Wessel explicitou em testamento seu desejo de criar uma fundação dedicada a filantropia e apoio às atividades culturais, artísticas e científicas no Brasil.
Provocativo, muito claro e prático, O poder das conexões explica por que as emoções são contagiosas, como os comportamentos em relação à saúde se disseminam, por que os ricos ficam mais ricos e muitas outras questões. Subvertendo a noção de primazia do indivíduo, este livro apresenta um novo e revolucionário paradigma: nós, como cardumes que mudam de direção em uníssono, somos inconscientemente levados pelas pessoas que nos cercam. O poder das conexões mudará para sempre a maneira como vemos os outros – e como nos vemos.
Dissertação apresentada à ESPM como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Comunicação e Práticas de Consumo. A voz e a vez do jovem: o imaginário de juventude na publicidade brasileiro é uma pesquisa que contempla o contexto sócio-histórico da década de 60 para localizar a emergência do jovem na sociedade, e parte da análise do discurso de propagandas para identificar a linguagem e a imagem construídas para essa juventude. Nas 200 páginas de trabalho, é possível perceber de que forma movimentos como a Tropicália, a Jovem Guarda e a onda de festivais de canção popular ajudaram a construir tipos jovens que se manifestavam em novas marcas, produtos e formas de consumo.
“Uma das mulheres mais famosas que já existiram, Cleópatra VII governou Egito durante 22 anos. Perdeu o reino uma vez, reconquistou-o, quase perdeu de novo, construiu um império, perdeu tudo. Deusa em criança, rainha aos dezoito anos, celebridade logo depois, foi objeto de especulações e venerações, de intriga e lenda, mesmo em nosso tempo. No auge do poder, controlava praticamente toda a costa oriental do Mediterrâneo, o último grande reino de qualquer soberano egípcio. Durante um breve instante, deteve o destino do mundo ocidental nas mãos.” Trecho do Capítulo I Orange Beach é um pequeno balneário habitado por gente simples e trabalhadora. Mas como acontece em qualquer canto do mundo, seus habitantes não estão imunes aos problemas da vida: casamento à beira do divórcio, jovens desmotivados e sem rumo, empresários correndo risco de falência, viúvos desencantados esperando a morte os levar. No entanto, sempre que alguém acredita ter chegado ao fundo do poço e não vê solução, surge um misterioso desconhecido chamado Jones. Este senhor de aparência simples, vestindo jeans, camiseta e sandálias, e sempre carregando uma velha mala de couro, não oferece fórmulas prontas sem soluções fáceis, mas possui o raro dom da percepção. Com perspicácia, sensibilidade e um toque de humor, Jones oferece justamente aquilo que as pessoas precisam: um novo ponto de vista sobre problemas aparentemente insolúveis.
Em O futuro da economia, Daniel Altman oferece ao leitor previsões que, embora instigantes e por vezes contra-intuitivos, são eminentemente plausíveis e inequivocamente lógicas. Muitas das previsões contrariam a sabedoria convencional que transparece todos os dias nas páginas dos matutinos e é alardeado pelos âncoras nos telejornais da noite. Elas também têm amplas implicações para o futuro.
Ano 2059 — No escaldante verão de Nova York, um corpo é encontrado na lixeira pública da rua Delancey. Uma repórter, amiga da tenente Eve Dallas, é avisada da desova e repassa a informação à policial. Eve parte, então, no encalço de um serial killer que oferece às suas vítimas a eternidade, arrancando-lhes a vida no auge da juventude. Horas antes, chegara à emissora de notícias um portfólio com retratos da jovem assassinada, claramente trabalho de um profissional. As fotos, à primeira vista, não tinham nada de especial, apenas retratavam uma modelo, como tantas outras, em busca de uma carreira na Big Apple. A diferença é que a jovem não era modelo, e as fotos haviam sido tiradas quando ela já estava morta. Eve Dallas sai então em busca do psicopata, supostamente um fotógrafo perfeccionista que observa, analisa e registra em detalhes cada movimento de seus modelos antes de capturá-los. Sua missão macabra é absorver a inocência, a beleza, a juventude e a vitalidade das vítimas, sugando-as para a câmera com o intuito de tirar um derradeiro e assustador retrato mortal.
Quando e como surgiu o universo? Por que estamos aqui? Por que existe algo em vez de nada? Por que as leis da natureza se alinharam de tal forma que permitisse a existência de seres como nós? E, afinal, o “grande projeto” do nosso universo seria a evidência de um Criador benevolente operando as engrenagens – ou será que a ciência oferece outra explicação? Em seu novo livro, Stephen Hawking e Leonard Mlodinow apresentam as teorias científicas mais recentes envolvendo os mistérios do universo, numa linguagem compreensível e marcada tanto pelo brilhantismo quanto pela simplicidade.
O Brasil viveu uma história forte, dolorosa e decisiva na luta contra o tormento inflacionário. Houve euforia e decepção nos choques
“Hitler fugiu? Fugiu num submarino?(…) Estas perguntas, junto às relacionadas à sua suposta responsabilidade no afundamento do curador brasileiro Bahia, seriam repetidas até a exaustão aos jovens oficiais dos submarinos U-530 e U-977, em campos de detenção de prisioneiros de guerra alemães, em Washington e Londres.
A ideia de mostrar as técnicas de Yoga numa linguagem ocidental não é nossa. No século 19, na Índia, um importante Swami já alertava para esta necessidade. Seu nome é Paramahansa S’riman Madhavadasa Maharaja (1800-1921) e ele afirmava que:
Essa interessante monografia escrita pela Dra. Serafina Petrocca oferece um ótimo ponto de partida para simples mas essenciais observações. Na verdade, para gozar de boa saúde o ser humano precisa ter à disposição todos os elementos úteis para que todo o organismo possa desempenhar suas atividades fundamentais. Para manter a saúde aconselha-se levar estilos de vida adequados e bastam poucas regras alimentares para obter bons resultados.
As doenças cardiovasculares originam-se de diversos fatores de risco; alguns estão relacionados à transmissão hereditária, outros têm como base elementos ambientais ou hábitos alimentares incorretos. Nos últimos 60 anos, nossos hábitos alimentares e os estilos de vida modificaram-se radicalmente, como nunca havia acontecido em toda a evolução da humanidade.
O envelhecimento começa bem antes de vermos seus efeitos, logo após a chegada da maturidade reprodutiva, com certeza não podemos detê-lo, mas sim retardá-lo, pondo em prática corretos estilos de vida.
Segurança Internacional: perspectivas brasileiras é o resultado de um inédito ciclo de seminários patrocinado pelo Ministério da Defesa em parceria com instituições públicas e privadas de excelência. As dezenas de artigos aqui compilados conformam diversificado panorama sobre o lugar do país no mundo sob o prisma das relações de segurança prevalecentes no sistema internacional. Trata-se do mais amplo e qualificado painel jamais produzido nos Brasil sobre o assunto. O espectro de temas abordados, que vão de integrações sobre o futuro das guerras interestatais à militarização do espaço e suas consequências para as potências médias, soma-se à qualidade do conjunto de autores que contribuíram para este trabalho, representando o que de melhor existe em termos de reflexão na sociedade brasileira sobre segurança internacional.
Oito décadas passadas, a situação mudou e nós sentimos, talvez equivocada e ilusoriamente, que já fazemos parte de qualquer retrato do Brasil que se queira comprometido com a avaliação objetiva de nossa realidade. Multidões se reúnem a cada mês de junho em várias cidades de Norte a Sul, e particularmente nesta, para festejar nossa dificilmente conquistada visibilidade no espaço social. Apesar disso, somos o país com o maior número de crimes de ódio contra homossexuais e direitos básicos nos são legalmente negados. Portanto, por tais razões de peso, temos bem presente que sob a aparência da tolerância social entrincheiram-se velhíssimos preconceitos.
Num momento em que a sociedade, em geral, está ciente da necessidade e da importância da educação sexual no processo educacional, é urgente que pensemos na questão da formação dos educadores para o desempenho dessa tarefa, uma vez que a formação acadêmica, há muito, vem sendo falha nesse sentido. O que é fundamental para se formar o educador sexual? Além da formação técnico-científica, que outros elementos são essenciais e não podem ser desconsiderados, com risco de se comprometer todo o processo? Quais as possibilidades e os limites desse desafio? Tendo como base a sua experiência em formação de educadores sexuais, na Universidade Estadual de Londrina (UEL), a autora responde a essas e outras questões, nesta obra que é fruto de sua tese de doutorado em Educação. Com cuidado para que seu trabalho não seja visto como modelo ou padrão, ela mostra, passo a passo, como o realizou e o que constatou quando resolveu acompanhar, posteriormente, os professores que foram “preparados”.
As oficinas servem para diagnosticar a prática – o que as pessoas pensam, o que sentem, o que vivem, o que desejam… Servem para desenvolver um caminho de teorização sobre esta prática como processo sistemático, ordenado e progressivo e para retornar à prática, transformá-la, redimensioná-la. Também visam à inclusão de novos elementos que permitem explicar e entender os processos vividos pelas pessoas que delas participam.
Atualmente muitos(as) educadores(as) compreendem que a educação sexual é tarefa não apenas do professor de Ciências mas do conjunto de professores(as), pois a sexualidade pode ser ensinada no interior de qualquer disciplina. Também, os profissionais das várias áreas ligadas à Saúde e ao Serviço Social sentem-se compelidos a buscar conhecimentos para atuar como segurança junto a crianças, adolescentes, jovens, adultos e até mesmo idosos. a responsabilidade da educação sexual é de todos. |
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